Holofote
GIULIA BE chega com nova fase e muito desejo em “delícia proibida”

“Delícia proibida” é a nova aposta de GIULIA BE pra fechar o ano com emoção à flor da pele e muita estética envolvida. A faixa em português, que já está em todas as plataformas, continua a história trilíngue do projeto de mesmo nome e mergulha fundo no desejo como combustível da vida – é quase um convite pra seguir o que o corpo e o coração estão gritando. O single faz parte de um plano maior que vai até 2026, período em que a artista vai seguir mostrando novas versões de si como compositora, intérprete e criadora.
O projeto “GIULIA BE” nasceu de um mergulho bem pessoal. Antes de qualquer coisa, GIULIA é poeta e contadora de histórias: pega memórias, afetos, encontros e desencontros e transforma tudo em música. Cada faixa é tipo um print de como ela enxerga o mundo e sente o amor que atravessa a vida dela – tudo de um jeito bem honesto e sensível.
Dentro desse universo, “delícia proibida” aparece como uma confissão de desejo e atração. Com cara de pop moderno e batida pulsante, a música fala sobre a coragem de se jogar numa conexão que mexe com a cabeça e com o corpo. Não é sobre certo ou errado, e sim sobre viver aquilo que está pedindo pra acontecer. Nessa entrega, GIULIA se mostra ainda mais segura, ousada e autêntica.
E é ela mesma quem resume esse sentimento:
“A gente passa muito tempo tentando controlar o que sente, como se tudo precisasse caber em uma regra. ‘delícia proibida’ é o oposto disso. É sobre assumir o que te move sem pensar nas consequências. Não é sobre fazer algo proibido, é sobre a honestidade de sentir. Às vezes o que é verdadeiro não é o mais lógico”, declara GIULIA.
A produção da faixa fica nas mãos de Paul Ralphes, parceiro de longa data da cantora desde a era “menina solta”. Com uma carreira sólida na música brasileira, ele já trabalhou com nomes como Skank, Jota Quest, Caetano Veloso, Lulu Santos, Ivete Sangalo e Tiago Iorc – ou seja, traz pro projeto aquele cuidado sonoro e o toque pop refinado que já é marca registrada dele.

No visual, o clima fica ainda mais intenso. Com direção criativa de Olivia Mucida, Lennyn Salinas e da própria GIULIA, o clipe leva a atmosfera da música pra tela. Inspirado no filme de drama erótico “De Olhos Bem Fechados” (1999), de Stanley Kubrick, o vídeo se passa em um baile de máscaras. GIULIA aparece em um salão imponente, cercada de figuras misteriosas que giram em torno dela num jogo silencioso de sedução e curiosidade. O mistério guia tudo: rostos escondidos, olhares que se cruzam, e a sensação de que, quando as máscaras caem, é ali que o show começa de verdade.
O projeto “GIULIA BE” é todo pensado como uma série de capítulos, revelados aos poucos pro público. Depois de apresentar “fool for love”, “bye bye bahia” e “viciada” como a porta de entrada dessa nova fase, o foco agora é “delícia proibida”. A jornada segue em 2026, quando GIULIA retoma os lançamentos do que ela mesma considera sua proposta mais ambiciosa até agora: um universo com 21 músicas e 21 clipes, feito pra revelar cada faceta da sua criatividade.
Ela conta um pouco desse processo:
“São músicas que fui colecionando ao longo dos últimos anos. Algumas escrevi há 9 anos e outras que compus há apenas 4 meses. São retalhos de histórias extremamente pessoais, nem sempre sobre mim, que revelam uma abundância interna de opiniões e estilos musicais. Por isso dei o meu nome para o projeto, pois ele é o maior reflexo dos processos que acontecem no meu cérebro diariamente”, explica GIULIA.
Essa divisão em capítulos também tem tudo a ver com a forma como ela organiza o repertório nos diferentes idiomas. O inglês se conecta à vivência entre Brasil e Estados Unidos; o espanhol entra como a língua da intensidade, da paixão; e o português é o lugar da raiz, da memória afetiva e da vulnerabilidade.
Nesse momento, GIULIA vive uma fase de maturidade criativa e se firma como um dos nomes em ascensão da sua geração. Integrando o casting global da Sony Music, sob o selo internacional da gravadora e com apoio direto do executivo Afo Verde, ela conduz um projeto que junta alcance mundial, estética bem amarrada e muita autoria nas decisões.
Tudo isso é construído lado a lado com o irmão, Dany Marinho, e com produtores que já trabalharam com gigantes como Rihanna, Lana Del Rey, Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Madonna. “GIULIA BE” não acompanha só a evolução dela como cantora e compositora, mas também seu lado internacional, pensado pra conversar com públicos do Brasil, da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.










